Discriminação Ideológica nos EUA
Uma colunista negra norte-americana, Elizabeth Wright, faz notar que a criminalização da opinião começa a surgir nos EUA, país que até agora tem sido bastião da liberdade a nível mundial.
Trata-se, como diz a autora, da descarada e ultrajante discriminação do pensamento racial branco.Wright informa que as expressões "Poder Negro", "Supremacia Negra", "La Raza" (dos hispano-americanos) são marcas registadas que alcançaram há muito a aprovação oficial do departamento de Patentes e Marcas Registadas dos EUA; o mesmo sucede com outros slogans raciais das "minorias", tais como "Burn, Baby, Burn" ("Queima, Bebé, Queima") dos Panteras Negras (lema que apela à violência urbana), "Orgulho Africano", "Orgulho Negro", "Orgulho Chippewa" (os Chippewas são uma tribo índia norte-americana), "Orgulho Cubano", "Orgulho Índio", "Orgulho Judaico", "Orgulho Vermelho" (comunista), etc. - mas quando um cidadão, antigo agente policial, Justin Moritz, tentou registar o lema "Orgulho Branco em Todo o País", ou "White Pride Country Wide", o judiciário negou-lhe essa possibilidade e até qualificou a iniciativa como "ofensiva" e "imoral".
Moritz apelou, apresentando às autoridades competentes uma lista dos termos raciais que já tinham sido registrados oficialmente, mas a rejeição foi mantida; e o dinheiro gasto por Moritz no processo (mil e trezentos dólares – 3.900 reais aproximadamente) não foi sequer devolvido.Tentou em seguida obter o apoio de organizações supostamente defensoras dos direitos e das liberdades individuais, mas, até à data, todas o recusaram ou ignoraram.
De fato, como diz Elizabeth Wright, seria difícil que algum grupo apoiasse a pretensão de Justin Moritz, visto que, como diz a autora, os próprios brancos estão, após décadas e décadas de lavagem cerebral "anti-racista", imposta na me(r)dia e na escola, completamente programados para evitar seja o que for que tenha um caráter de proteção da sua própria raça. Atualmente, mostrar especial simpatia pelo que é branco, é tido como uma desvalorização implícita dos não brancos. Uma camiseta com os dizeres "Orgulho Branco" é vista como uma ameaça, ao passo que qualquer vestimenta que ostente o lema "Supremacia Negra" se considera compreensível.E, sobre as cabeças dos brancos acusados de racismo, pende a legislação ambígua referente aos "crimes de ódio"... e assim se vai mantendo o tabu do "racismo branco", criando um clima de intimidação contra todo e qualquer caucasóide que se atreva a deixar-se ser conotado com afirmações de orgulho racial da sua própria estirpe.Isto tudo que acabo de traduzir aqui foi dito por uma (importante aqui frisar. E muito!) afrodescendente. Triste e revoltante época, em que até começa ter gente de outras raças a reconhecer o quão injustiçado e amordaçado começa a estar o branco de origem europeia...
Fonte: http://www.globalpolitician.com/23243-race, traduzido por R. Schneider

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