O que é racialismo
De acordo com o dicionário wikipédia, racialismo “designa a "teoria científica das raças humanas". Trata-se da questão de criar um termo bem diferenciado da palavra racismo.
Segundo o Wikipédia as abordagens quanto ao termo são bastante divergentes:
alguns consideram o racialismo como um quase-sinônimo de outro vocábulo utilizado no início do século XX: a raciologia, o qual designa a ciência comparativa (antropologia) dedicada ao estudo dos tipos humanos em suas diferentes características hereditárias;
outros consideram que se trata de uma doutrina científica sendo utilizada para justificar uma recusa do outro, até certo ponto, um racismo "moderado", desprovido de qualquer idéia de hierarquização das raças ou da ado(p)ção de medidas coercitivas a respeito de outras raças;
na literatura anglo-saxônica, a palavra "racialismo" pode ainda ser entendida no sentido de racismo, onde então é empregada de modo intercambiável com "racismo".
O objetivo declarado dos promotores do racialismo é retirar o estudo das raças daquilo que é, de acordo com eles, um pesado passivo emocional causado por vários séculos de aplicação de doutrinas racistas.”
O blog Estudos sobre identidade cre no racialismo como é descrito pelo dicionário on-line metapédia, que diz que o racialismo: “O racialismo é uma filosofia social, biológica e cultural, uma atitude ou/e um sistema social que propõe a existência, o respeito e a preservação de TODAS as raças, infelizmente tende a ser confundido com o racismo (ódio para com as outras raças) muito por influência da comunicação social que utiliza erroneamente o termo como sinónimo de racismo.
Esta filosofia acredita que todas as raças possuem diferenças relevantes entre si que podem ser verificadas nas diferenças culturais, económicas e políticas: e que essas diferenças devem ser mantidas uma vez que um multiculturalismo exagerado originará que todas as raças percam a sua identidade, nos tempos mais recentes o racialismo encontra-se também ligado aos movimentos anti-globalização considerando que a globalização tenta uniformizar a cultura de todos os povos e raças, despojando-os daquilo que os torna únicos (gastronomia, modo de vida, política, etc.).
O racialismo não defende a ideia da superioridade racial de uma raça sobre as outras mas pode originar propostas de separatismo racial promovendo o convívio entre as raças sem necessariamente as assimilar e/ou miscigenar. Baseia-se na preferência do ser humano em preferir conviver com aqueles que lhe são iguais ou familiares como algo natural. Em comum com o racismo só tem o reconhecimento de que existem diversas raças que constituem toda a espécie humana, nenhuma à superior à outra, são só diferentes.
Embora as diferenças entre as diversas raças que constituem a espécie humana seja de uns meros 0,1% (descoberta levada a cabo pelo projecto de estudo do genoma humano) o que leva muitos cientistas do sistema a afirmar que essa diferença é irrelevante (ou mesmo inexistente), o racialismo destaca que a diferença entre o ADN de um ser humano moderno difere apenas 2% do de um chimpanzé, portanto a diferença de 0,1% não será assim tão insignificante como nos querem fazer crer.
Acreditamos que as várias raças possuem valores morais próprios que diferem de raça para raça (austeridade asiática, relaxamento africano, impulsividade europeia) e por vezes até de etnia para etnia (portugueses, russos e suecos reagem de modo diferente a situações iguais, para dar um exemplo).”
Fonte – wikipédia e metapédia

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