terça-feira, 26 de maio de 2009

Estudos sobre raça

A afirmação: "As divisões raciais são de construção social e política" é falsa!
Corrigindo: "A sociedade é uma construção da raça"
Um médico especialista, consegue distinguir se uma ossada humana de milhares de anos é de uma pessoa de raça branca ou negra, provando que há diferenças osseas entre as raças.

Indicamos a leitura do livro: Raça, Evolução e Comportamento:
Uma perspectiva de História de Vida (“A Life History Perspective”)
Do autor norte americano J. Philippe Rushton. A obra foi traduzida para o português.
Sobre o autor: J.Philippe Rushton é professor de psicologia na Universidade de Ontário Ocidental, Ontário, Canadá. Rushton possui dois doutoramentos pela Universidade de Londres (Ph.D e D.s.c.), é conselheiro da Fundação John Simon Guggenheim, e membro da Associação Americana para o Desenvolvimento da Ciência e das Associações de Psicologia da América, Grã-Bretanha e Canadá. É também membro da Associação de Genética Comportamental, da Sociedade Evolução e Comportamento Humano e da Sociedade para a Neurociência. Rushton publicou seis livros e aproximadamente duzentos artigos. Em 1992 o “Institute for Scientific Information” – EUA colocou-o em vigésimo segundo lugar como psicólogo mais publicado e em décimo primeiro como o mais citado. O professor Rushton é mencionado em "Who's who in Science" (Quem é quem na Ciência), "Who's who in International Authors" (Quem é quem nos Autores Internacionais) e "Who's who in Canada" (Quem é quem no Canadá).

O livro no final, conta com perguntas e respostas, respondida pelo autor, e caso você queira ler somente esta parte do livro já da para ter uma grande noção de sua obra. Abaixo transcrevemos quase todas as perguntas e respostas. O livro está disponibilizado na Internet, em português, em arquivo pdf, é só procurar no google.

Perguntas e Respostas da parte final da obra:
Pergunta: Escreve como se a Raça ainda fosse um conceito biológico válido. Não estará
somente a repetir os estereótipos europeus dos séculos XVIII e XIX?
Resposta: É verdade que existe uma história "europeia" de 200 anos de investigação sobre a raça. Mas descrições semelhantes foram efectuadas por escritores Árabes e Turcos 1000 anos mais cedo e algumas delas remontam até aos Gregos da Antiguidade. Hoje em dia, os novos métodos de análise genética do ADN são concordantes com as classificações originais resultantes das observações dos primeiros cientistas Europeus.

Pergunta: Mas, não será a raça uma questão meramente da pele? Não é verdade que hoje a maioria dos cientistas concorda que a raça é uma construção social e não uma realidade biológica?
Resposta: As evidências biológicas revelam-nos que a raça não é uma construção social. Os especialistas em Medicina Legal podem identificar a raça a partir de um esqueleto ou até mesmo de um crânio. Podem também identificar a raça a partir da análise sanguínea, cabelo e esperma. Negar a existência de raças é uma atitude não-científica e irrealista. A raça é muito mais do que uma mera "questão de pele".

Pergunta: As suas 3 principais categorias raciais sobrepõem-se e não é possível imputar uma pessoa a uma raça. Por esse motivo o seu esquema de classificação baseada num padrão de três vias não será artificialmente engendrado?
Resposta: Sim, até certo ponto é verdade que todas as raças se sobrepõem entre si. E isto é
verdadeiro em qualquer sistema de classificação biológico. Contudo, a maioria das pessoas
pode facilmente ser identificada como pertencente a uma ou outra raça. No dia a dia e na
biologia evolutiva, um "Negro" é alguém cujos antepassados são, na sua maioria,
originários da África Sub-Sariana. Um "Branco" é alguém cuja maioria dos antepassados
nasceu na Europa. E um "Oriental" é alguém cuja maioria dos antepassados nasceu na Ásia
Oriental. Modernos estudos de DNA proporcionam-nos justamente os mesmos resultados.

Pergunta: Não são alguns dos estudos apresentados por si, particularmente aqueles sobre a
dimensão do cérebro, demasiado antigos? Não terão sido já denunciados como exemplos de
tendências racistas e não como descrições honestas de factos científicos?
Resposta: Não. Mesmo os mais recentes estudos, utilizando a mais recente tecnologia (como a Imagem por Ressonância Magnética para medir o tamanho do cérebro) fornecem-nos os mesmos resultados que os estudos mais antigos. Estes estudos feitos com a melhor tecnologia da dimensão do cérebro são descritos no Capítulo 4. São estudos muito mais precisos do que os antigos, mas apresentam quase exactamente os mesmos resultados.
Somente o "politicamente correcto" fez desaparecer esses resultados anteriores do écran do
radar científico. Se existem algumas tendências obscuras, elas vêem da parte daqueles que
optam por não representar correctamente nem os estudos mais antigos nem as mais recentes
descobertas sobre raça e dimensão do cérebro, a fim de justificar a agenda social que pretendem promover.

Pergunta: Será que as estatísticas de detenções e condenações nos E.U.A dos departamentos da polícia e do FBI, refletem a história Americana de racismo?
Resposta: Os relatórios anuais da INTERPOL mostram o mesmo padrão de três vias de
diferenças raciais em criminalidade. Os países africanos e das Caraíbas têm o dobro do
numero de crimes violentos por pessoa quando comparados com os países Europeus e três
vezes mais que o dos países dos Anel do Pacífico, tais como o Japão e a China.

Pergunta: seu trabalho é determinismo genético?
Resposta: Eu nunca afirmei que as diferenças raciais são 100% genéticas. É óbvio que os
factores ambientais e culturais são importantes. A discussão científica é verdadeiramente
entre os "hereditaristas" e os "igualitaristas". Os hereditaristas, como eu próprio, pensam que a melhor explicação para as diferenças raciais observadas é o facto de quer os genes quer o ambiente estarem envolvidos. Os igualitaristas dizem que as raças diferem por razões 100% ambientais e alguns deles acreditam tão fortemente nisso que tentam impedir qualquer discussão ou pesquisa sobre a genética da raça.

Pergunta: Mas não é verdade que a maioria dos especialistas acreditam que a causa das
diferenças raciais em QI é o ambiente e não a genética?
Resposta: Num inquérito feito por Mark Snyderman e Stanley Rothman no “American
Psychologist” de 1987 verifica-se que a maioria (52%) dos cientistas afirmam que as
diferenças de QI existentes entre brancos e negros é, em parte, devida a causas genéticas.
Somente 17% dizem que é inteiramente cultural. Mais recentemente, uma “task force”
especial da Associação Americana de Psicologia concordou que existe um padrão de três vias de diferenças raciais, no que se refere ao tamanho do cérebro e ao QI. Talvez por causa do "politicamente correcto" a “task force” lavou as suas mãos acerca das causas e decidiu jogar seguro dizendo que "ninguém sabe o porquê" (vejam-se os números do "American
Psychologist” dos anos 1996 e 1997).

Pergunta: Porque é que não temos lido e visto esta informação sobre as diferenças raciais
nos jornais ou na Televisão? Não será imoral estudar as diferenças raciais?
Resposta: Nos anos 50, os movimentos de libertação no Terceiro-Mundo e o Movimento dos Direitos Cívicos nos EUA, convenceram muitas pessoas, incluindo jornalistas e políticos, de que era errado ter em conta as diferenças entre as raças. O objectivo de conseguir direitos iguais para todos parecia exigir não somente a igualdade política, mas também a igualdade biológica. Muitos desejavam querer acreditar que as diferenças raciais não eram, de nenhum modo genéticas, e alguns pretenderam distorcer as ciências sociais separando-as das ciências biológicas. Este livro tenta colocar todas as ciências sobre o comportamento de novo juntas.

Pergunta: Poderá algo de útil vir da sua teoria das diferenças raciais, mesmo se ela for
verdadeira? Não foram teorias sobre diferenças raciais que estiveram na base do racismo,
genocídio e Holocausto?
Resposta: Os nazis e outros utilizaram a sua suposta superioridade racial a fim de
justificarem a guerra e o genocídio. Mas justamente qualquer ideia -nacionalismo, religião,
igualitarismo, mesmo a legítima defesa - têm sido usadas como desculpas para iniciar
guerras, opressão e genocídio. A ciência, contudo, é objectiva. Ela não nos pode dar os
nossos objectivos, mas pode nos dizer o quanto é fácil ou difícil atingir esses objectivos. Um melhor conhecimento sobre as diferenças raciais poderá ajudar-nos a oferecer a todas as crianças a melhor educação possível e ajudar-nos a compreender melhor alguns dos nossos crónicos problemas sociais.

Pergunta: Não seria melhor ignorar a raça e limitarmo-nos a tratar cada pessoa como um
indivíduo?
Resposta: Tratar os outros como gostaríamos que nos tratassem a nós é uma das regras éticas mais nobres. Outra é dizer a verdade. O facto é que cada um de nós é influenciado pelos nossos genes e pelo nosso ambiente. Tratar as pessoas como indivíduos não significa que ignoremos ou mintamos acerca das diferenças raciais. Os cientistas têm o dever particular de examinar os factos e dizer a verdade.

Pergunta: Porque é que o Instituto de Pesquisa Charles Darwin publicou esta versão 2000
(“y2k”) da edição condensada? O que é que aconteceu com a editora original?
Resposta: A editora Transaction publicou 100.000 cópias ao abrigo dos seus direitos de
impressão (“copyright”). Enviaram 35.000 a Académicos (Professores Universitários) em
todo o mundo - membros da Associação Antropológica Americana, Associação Psicológica
55 Americana, Associação Sociológica e a Sociedade Americana para a Criminologia. Foi então que os Sociólogos Progressistas, um auto-proclamado grupo radical dentro da Associação Americana de Sociologia, conjuntamente com outros grupos "anti-racistas" ameaçaram a editora Transaction com a perda do seu expositor nos seus encontros anuais, espaço publicitário nas revistas da especialidade, e acesso a listas de endereços, se eles continuassem a enviar a edição condensada. A Editora sucumbiu perante esta pressão, retirando das suas publicações a edição condensada, e até pedindo desculpas. Disseram que a indicação “Transaction Copyright” nunca deveria ter aparecido no livro e que tudo "tinha sido um engano". Estes acontecimentos confirmam tristemente o que eu escrevi na primeira edição condensada - que alguns grupos de opinião, muito activos, nos meios académicos e na mídia proíbem uma discussão aberta sobre a questão da raça. Receiam qualquer discussão franca sobre a pesquisa do tema raça, que tenha sido publicada em jornais científicos especializados onde é sujeita à critica da comunidade científica (“peer-reviewed scientific journals”). A verdade, contudo, sempre acabará por prevalecer a longo prazo.

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domingo, 24 de maio de 2009

O que é ser branco e ser Ariano

A milhares de anos (entre 5 a 9 mil anos) os indo-europeus espalharam-se da região do Cáucaso (onde seria a atual Rússia) para o resto da Europa e mundo. Estudos indicam que absorveram às populações brancas não indo-européias ja existente na europa, conhecidos como velhos europues brancos.
Para alguns antropólogos e historiadores a raça branca está dividida e subdividida em 3, 4, 5, ou mais grupos e subgrupos. Os três grandes grupos seriam: raça branca Nórdica (dolicocéfala loira); raça branca Alpina (braquicéfala morena); raça branca Báltica Oriental (braquicéfala loira, nariz pequeno, pômulos salientes) e raça branca Mediterrânea (dolicocéfala morena). Defensores da preservação racial são unânimes em apontar que existiram muitas gerações de pessoas e povos pelo mundo, e não deve discutir se um branco tem 100% de sangue branco puro ou se tem 3% ou 5% ou 10% de índio, negro, etc. Uma pessoa branca é um europeu com sua grande maioria de ascendentes remotos vindo da europa . Claro que existem muitos milhões de brancos descendentes dos europeus espalhados por todos os continentes.
David Lane, um dos maiores lideres da preservação branca: “Eu vejo beleza numa princesa Celta com cabelos castanhos ou ruivos e olhos verdes. Eu vejo beleza numa deusa Nórdica com olhos azuis e cabelo cor de ouro. Eu vejo beleza na sardenta cara de uma rapariga Irlandesa. Eu vejo heroísmo em Robert Jay Mathews e Richard Scutari com os seus cabelos negros e olhos verdes ou castanhos, assim como Frank Silva, um brüder (membro da Order of Brüder Schweigen) de pele clara com nome francês e português. A sua nobreza é muito superior à de 99% desses “nórdicos perfeitos”, posso afirmá-lo... Para aqueles que se vangloriam da sua “pureza”, devem ter em mente que têm dois pais, 4 avós, 8 bisavós e assim por adiante. Recuem 500 anos e têm um milhão de antepassados. Mais algumas gerações e todos aqueles que habitaram a Europa serão vossos antepassados, incluindo Hunos, Mongóis e Mouros. Não existem Arianos 100% puros desde à 10 mil anos... Porém, nós continuamos a existir como entidade biológica distinta e única.... Se alguém parece Branco, age como Branco, luta pelo Brancos, então ele pertence ao nosso Povo...”
Alguns exemplos que fazem cair por terra o mito difundido de que ariano são somente alemães loiros de olhos azuis: Adolf Hitler não era loiro, e não era Alemão era Austríaco, Joseph Mengele (o mais conhecido médico alemão nazista, e morreu no Brasil) tinha cabelos e olhos escuros, o ministro de propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, tinha cabelos escuros. Bem, estes são apenas alguns exemplos.
Tenho visto muitos ignorantes afirmarem que ter sobrenove silva e possuir olhos negros ou castanhos escuros é coisa de não branco, essa afirmação é falsa, o próprio David Lane afirma heroismo em Frank Silva, de sobrenome "silva" (Português) um mebro da racialista ordem brüder (membro da Order of Brüder Schweigen), e Richard Scutari de olhos castanhos da organização racialista.

O que é ser ariano? ser ariano é simplesmente ser uma pessoa que vive de acordo com o racialismo branco, é ser uma pessoa branca que valoriza a cultura branca, que houve musicas feitas em valor cultural branco, valoriza o modo de vida e os costumes dos povos brancos, luta pela valorização e legalização dos direitos dos brancos racialistas.Portanto, espero ter ajudado aqueles que por completa ignorância e desconhecimento, repetem mentiras como: “só os Alemães são arianos. Para ser ariano tem que ter olho azul e cabelo amarelo...”
Dizer que Português ou Espanhol não é branco é falso, pois são vindos do cáucaso e descendentes dos povos indo-europeus ente outros povos brancos, e logicamente são reconhecidos como brancos em toda a Europa e estados unidos da América.
A mídia e muitos pseudo-pensadores atacam grupos preservacionistas brancos, a partir do argumento de que não existe pureza racial. Acontece que, dentro dos próprios grupos de pureza e preservação racial branca, seus lideres sempre afirmaram que ter um ancestral de muitos milhares de anos, que não seja branco, não quer dizer que a pessoa não é branca. Assim como lideres e sócios de organizações e ongs negras, tem autoridade de se intitularem negros, mesmo a grande maioria deles não tendo a totalidade de 100% de sangue negro, também é de autoridade de grupos racialistas brancos se intitularem brancos. E volto a repetir, não sou eu quem falo isso, e sim os grandes lideres de organizações raciais brancas dos Estados unidos e de toda a Europa.

(texto escrito por lobo)

fontes: subdivisão da raça branca achado em google; texto “o que é ser branco”, de David Lane; texto sobre povos indo-europeus tirado do livro de história cultura dos povos; website white history e racial reality e David Duke, e forum Stormfront.

Atualizado a 08/07/2009

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Nacional socialismo, legalidade e liberdade de expressão

Este texto tem o intuito de familiarizar a respeito das possibilidades jurídicas de desprender o Nacional Socialismo das garras da ilegalidade. Não tenho a pretensão de esgotar o assunto, e sim convidar os colegas a debaterem sobre o assunto.


Liberdade de Expressão, Liberdade política, e Inconstitucionalidade do art. 20, § 1º, da lei 7.716/89 (Lei de Racismo).
Comecemos transpondo o referido artigo 20, § 1º, da lei 7.716/89: “Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo._
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.”
Vejamos agora o que a Constituição Federal fala sobre liberdade de expressão, em seu Art. 5º:

“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;
Entendo haver uma contradição entre a lei do racismo (lei 7716/89), ao menos em seu art. 20, § 1º, e a Constituição Federal, uma vez que a constituição assegura a liberdade política, liberdade de pensamento, liberdade de expressão, a livre expressão da atividade intelectual, artística, etc ... Esta contradição chama-se inconstitucionalidade. Quando uma lei viola, ou é contrária ao que diz a “lei maior” ou seja a Constituição Federal, então a lei menor torna-se inválida, ou seja inconstitucional.

Uma vez que a cruz suástica representando o nazismo, que foi entre outras coisas, um regime político, e a constituição assegura liberdade de pensamento, e não discriminação política, então a lei 7716/99 em seu art. 20 parágrafo primeiro é inconstitucional, devendo ser revogada, extinta do ordenamento jurídico brasileiro. A Constituição assegura a liberdade política.
Em seu inciso XLII, a constituição proíbe o racismo. Ora o nacional socialismo não atenta contra o negro e nem contra nenhuma raça, e tão somente vem a valorizar o orgulho racial branco, que não é racista e sim racialista, pois respeita todas as raças, valoriza suas diferenças tanto que quer preservar a raça branca, de maneira também a preservar outras raças através da idéia de não miscigenação racial. O nacional socialismo não diminui ou ofendem o diferente ao branco, e sim o respeita em sua diferença. A cruz suástica ou gamada, está representando o orgulho racial branco, e não o ódio a outras raças. A suástica não deve ser vista como ameaça, como insulto aos não brancos, e sim como valorização racial, pois todos tem direito de orgulharem-se de sua própria raça, portanto a Cruz gamada não deve ser vista como um ato de racismo, logo não deve haver punição para a ideologia nacional socialista e para a suástica.


Como poderia junto à justiça, ser questionado e derruba a lei 7.716/99 em seu art. 20 parágrafo primeiro.
Através do Controle de Constitucionalidade pode ser questionada a lei de racismo. A Constituição Federal é a condição de validade de todas as leis brasileiras, a partir desta hierarquia deve haver compatibilidade das leis frente a Constituição Federal, sob pena de perda de eficácia das leis não constitucionais, ou seja infraconstitucionais (a exemplo da lei de racismo).
Há duas maneiras jurídicas de se questionar a lei de racismo, que são: Controle de constitucionalidade repressivo por via de exceção e Controle de constitucionalidade repressivo por via de ação direta.

Na pratica, um caso em que pode ser utilizado o controle por via de exceção é quando alguém está sendo processado por possuir e ou distribuir material para divulgação do nazismo, como por exemplo, a posse e venda de camisetas com a cruz suástica. Em questão incidental, antes de analisar a culpa do acusado, deve ser levantada pela defesa a tese de inconstitucionalidade do art. 20, § 1º, da Lei de racismo, pois tal dispositivo ofende o art. 5º, incisos IV, VIII, IX, e KLI. Tais incisos afirmam que é livre a manifestação do pensamento; ninguém será privado de direitos por motivos de convicção filosófica e política; é livre a expressão da atividade intelectual independente de censura; a lei punirá discriminação as liberdades fundamentais. Entendo que estar em posse ou vender ou distribuir uma camiseta com a cruz suástica seja uma forma de manifestação de pensamento e convicção política, filosófica, e a repressão a isto seja considerado uma afronta a liberdade fundamental do individuo como ser político, e como expressão intelectual de um pensamento.

Livro de direito constitucional: “Controle por via de exceção ou incidental opera-se quando qualquer interessado defende direito próprio, num caso concreto, seja como autor ou como réu, alegando como fundamento a inconstitucionalidade da lei. A parte pode alegar a inconstitucionalidade de lei em qualquer processo, perante qualquer juízo, uma vez que essa via diz respeito a um controle difuso de constitucionalidade. Observe-se que a alegação de inconstitucionalidade corresponde a uma questão prejudicial e antecedente ao mérito. A decisão do juiz, caso decida pela inconstitucionalidade valerá apenas para as partes envolvidas, e a lei declarada no caso inconstitucional continuará valendo para outros casos até que o senado federal suspenda sua executoriedade em todo ou em parte”.

Quanto a segunda maneira, o controle por via de ação direta, de maneira a afastar lei inconstitucional do ordenamento jurídico: Será o objeto central da demanda e o julgado valerá para todas as pessoas, pode ser realizado através da Ação direta de Inconstitucionalidade genérica. De acordo com o art. 102, I, a, da Constituição Federal, o Supremo Tribunal Federal irá analisar a inconstitucionalidade da lei frente a Constituição. Todavia, o problema no caso concreto, é que não é qualquer cidadão que estaria legitimado a por exemplo, propor uma Adin (Ação direta de inconstitucionalidade) em face a Lei de Racismo. Somente tem poder para propor tal ação os seguintes: Presidente da República, Senado Federal, Câmara dos deputados, Assembléia e câmara legislativa do distrito federal, o procurador geral da república, O conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Partido político com representação no congresso nacional, e confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional. Estes últimos dois legitimados (confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional), devem demonstrar ainda, pertinência temática entre a alegação de inconstitucionalidade e as finalidades institucionais da entidade. Entidade de classe de âmbito nacional seriam associações de classe profissional ou econômica a nível de todo o Brasil. Bem, o difícil seria argumentar qual o interesse de uma entidade desta em lutar pela legalização justa e correta do racialismo branco no Brasil. Talvez se houvesse liberdade e interesse dos brancos para um sindicado com criação baseada na luta pelos direitos dos brancos, pudesse com muito maior facilidade ser pleiteado, através de ADIN, a inconstitucionalidade da lei de racismo, em todo ou em parte.

Desobediência Civil
Por fim resta ainda o meio da desobediência civil.
“A desobediência civil significa atitude pública de repúdio, tomada por cidadãos frente a alguma lei injusta, sem contudo, utilizarem-se de violência física e armas. Não se trata de campanha. É ato de resistência à opressão e expressão máxima da liberdade civil, exercida por cidadãos atuantes. Essa atitude não caracteriza crime, pois o crime configura-se pela furtiva e efetiva violação de lei legítima, no mais das vezes com interesses egoísticos. Quase sempre é praticado às escondidas, tal qual as escrituras forjadas por grileiros e assassinatos cometidos na calada da noite.

Nos EUA, entre os anos 1817-62, viveu o escritor, poeta e professor primário Henry D. Thoreau que foi preso por se recusar a pagar impostos, alegando que esse dinheiro seria usado pelo governo na guerra mexicana e serviria para a expansão da escravatura sulista. Na prisão redigiu o importante texto denominado “Desobediência Civil”, que inspirou inúmeros pacifistas pelo mundo todo, dentre eles Leon Tolstoi, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr. O jurista baiano Rui Barbosa também sempre dizia que quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.

Ademais, é preciso lembrar que resistência passiva ou ativa, sem agressão, não tipifica crime de resistência. Pode-se espernear, esbravejar, agarrar-se a poste, deitar-se no solo, negar-se a abrir a porta ou recusar-se a sair do local desde que não se agrida a autoridade. Se o cidadão xingar, ofender, humilhar, agredir ou desprestigiar a autoridade pública poderá ser enquadrado no crime de desacato, previsto no artigo 331 do Código Penal.”
“(Leituras cotidianas nº 149, 8 de março de 2005. Desobediência civil desarmada Inês do Amaral Büschel Juíza de Direito de SP http://br.geocities.com/mcrost07/20050308a_desobediencia_civil_desarmada.htm )”.

Portanto uma passeata e um ato público e pacífico, sem resistência por parte de destemidos irmãos racialistas brancos seria um passo muitíssimo mais importante do que muitos acomodados julgam. Os resultados seriam avassaladores, até que mais e mais camaradas juntassem forças e mantivessem ativos na desobediência civil, como por exemplo desobediência a lei injusta que prevê pena de prisão para quem portar ou distribuir símbolo da cruz suástica. Fatalmente as autoridades teriam de por fim, legalizar a liberdade de expressão aos nacional socialistas. Diga-se liberdade ao Nacional socialismo e não ao racismo e ofensa a outras raças.
No campo político partidário, a Constituição confere inviolabilidade as opiniões de Deputados e Senadores. Art. 53 da CF: “Os Deputados e Senadores são invioláveis civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.” Creio, que um cidadão nacional socialista, se eleito a deputado, poderia revelar seus valores e advogar em nome da divulgação do nacional socialismo, destruindo as falsas alegações de regime político intolerante, desmistificando a imagem ruim, e conscientizando sobre o estilo de vida racialista de orgulho racial pacifico e sem ofensa ao diferente.

Bem, este artigo mostra um pouco das coisas que penso e pesquisei sobre as alternativas jurídicas para a justiça da liberdade de expressão ao racialista no Brasil. Sintam-se livres a opinar.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Relação entre Povos Celtas, Cruz Celta, e "Neonazismo"


Os povos celtas são originários do caucáso, indo-européus, e um dos primeiros povos indo-europeus a espalharem-se em grande escala pela europa Ocidental.

Os celtas dividiram-se em grandes e numerosas tribos, espalhados por vastas regiões da europa. Só para citar alguns lugares: Na península ibérica (Espanha, Portugal, e Galiza) local em que ficaram muito famosos os celtíberos. Também espalharam-se pela ilha da Grã-Bretanha, e eram especificamente a tribo celta conhecida por Bretões, de onde vem o nome de Grâ-Bretanha, ilha que contém os paises, Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda. A tribo celta conhecida como gauleses também foi muito famosa, e combatia os Romanos a altura do que hoje é a França. Também pela Irlanda, onde é mais conhecida mundialmente a influência celta.

Na europa o movimento nacionalista racialista ao identificar-se com a causa da raiz nacional, da raça continental branca, adotou a cruz celta, um dos mais conhecidos simbolos celtas. Desta maneira, a reverenciar seus antepassados brancos indo-europeus, de maneira que está ai feito a relação entre neonazismo e povos celtas. Uma vez que os neonazis europeus utilizam do simbolo da cruz celta em homenagem a seus antepassados e suas raizes históricas. Muitos países europeus foram habitados por diferentes tribos celtas, de maneira que os "neonazis" começaram a adotar a cruz celta como referência aos antepassados, a nacionalidade, a tribo indo-eupéia em si. Muitos skinheads, neonazistas, rockeiros nacional socialistas, racialistas, e nacional socialistas do mundo todo passaram a utilizar a cruz celta seja em tatuagens, bandeiras, estampas de camisetas, etc.

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Humor - Liberdade de Expressão e opinião na internet


Somos a favor da liberdade de expressão e opinião na internet

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Humor - Carecóides


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Zumbi dos Palmares - o Falso Herói

Estudos recentes sobre o herói da luta contra a escravidão mostram que ele próprio pode ter sido dono de escravos no quilombo dos Palmares. Na próxima quinta-feira, 262 cidades brasileiras comemoram o Dia da Consciência Negra, data que evoca a morte de Zumbi dos Palmares. Último líder do maior dos quilombos, os povoados formados por negros fugidos do cativeiro no Brasil colonial, Zumbi foi morto em 20 de novembro de 1695, quase dois anos depois de as tropas do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho praticamente destruírem Palmares.


Zumbi e o bandeirante Domingos Jorge Velho, que destruiu Palmares: a escassez de documentos favoreceu versões romantizadas de como era a vida no quilombo

Ao longo dos séculos, Zumbi se tornou uma figura mítica, festejado como o herói da luta contra a escravidão. O que realmente se sabe dele, como personagem histórico, é muito pouco. Seu nome aparece apenas em oito documentos da época, incluindo uma carta do governador de Pernambuco anunciando sua morte. Como ocorre com Tiradentes e outros heróis históricos que servem à celebração de uma causa, a figura de Zumbi que passou à posteridade é idealizada. Ao longo do século XX, principalmente nos anos 60 e 70, sob influência do pensamento marxista, Palmares foi retratada por muitos historiadores como uma sociedade igualitária, com uso livre da terra e poder de decisão compartilhado entre os habitantes dos povoados. Uma série de pesquisas elaboradas nos últimos anos mostra que a história de Zumbi e do quilombo dos Palmares ensinada nos livros didáticos tem muitas distorções. Muito do que se conta sobre sua atuação à frente do quilombo é incompatível com as circunstâncias históricas da época. O objetivo desses estudos não é colocar em xeque a figura simbólica de Zumbi, mas traçar um quadro realista, documentado, do homem e de seu tempo.

Os novos estudos sobre Palmares concluem que o quilombo, situado onde hoje é o estado de Alagoas, não era um paraíso de liberdade, não lutava contra o sistema de escravidão nem era tão isolado da sociedade colonial quanto se pensava. O retrato que emerge de Zumbi é o de um rei guerreiro que, como muitos líderes africanos do século XVII, tinha um séquito de escravos para uso próprio. "É uma mistificação dizer que havia igualdade em Palmares", afirma o historiador Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense e autor do Dicionário do Brasil Colonial. "Zumbi e os grandes generais do quilombo lutavam contra a escravidão de si próprios, mas também possuíam escravos", ele completa. Não faz muito sentido falar em igualdade e liberdade numa sociedade do século XVII porque, nessa época, esses conceitos não estavam consolidados entre os europeus. Nas culturas africanas, eram impensáveis. Desde a Antiguidade e principalmente depois da conquista árabe no norte da África, a partir do século VII, os africanos vendiam escravos em grandes caravanas que cruzavam o Deserto do Saara. Na época de Zumbi, a região do Congo e de Angola, de onde veio a maioria dos escravos de Palmares, tinha reis venerados como se fossem divinos. Muitos desses monarcas se aliavam aos portugueses e enriqueciam com a venda de súditos destinados à escravidão.

"Não se sabe a proporção de escravos que serviam os quilombolas, mas é muito natural que eles tenham existido, já que a escravidão era um costume fortíssimo na cultura da África", diz o historiador carioca Manolo Florentino, autor do livro Em Costas Negras, uma das primeiras obras a analisar a história do Brasil com base nos costumes africanos. Zumbi, segundo os novos estudos sobre Palmares, seria descendente de uma classe de guerreiros africanos que ora ajudava os portugueses na captura de escravos, ora os combatia. Quando enviados ao Brasil como escravos, os nobres africanos freqüentemente formavam sociedades próprias – uma delas pode ter sido Palmares. Para chegar a esse novo retrato de Zumbi e do quilombo, os historiadores analisaram as revoltas escravas partindo de modelos parecidos que ocorreram em outros lugares da América e da África. Também voltaram às cartas, relatos e documentos da época, mostrando como cada historiografia montou o quilombo que queria.

O principal historiador a reinterpretar o que ocorreu nos quilombos é o carioca Flávio dos Santos Gomes. Ele escreve no livro Histórias de Quilombolas: "Ao contrário de muitos estudos dos anos 1960 e 1970, as investigações mais recentes procuraram se aproximar do diálogo com a literatura internacional sobre o tema, ressaltando reflexões sobre cultura, família e protesto escravo no Caribe e no sul dos Estados Unidos". Atendo-se às fontes primárias e ao modo de pensar da época, os historiadores agora podem garimpar os mitos de Palmares que foram construídos no século XX.

O novo quilombo dos Palmares
Estudos recentes mudam a visão que predominouno século XX sobre os povoados
O que se pensav:
• O quilombo era uma sociedade igualitária, com uso livre da terra e poder de decisão compartilhado• Zumbi lutava contra a escravidão• Zumbi foi criado por um padre, recebeu o nome de Francisco e aprendeu latim• Ganga-Zumba, líder que antecedeu Zumbi, traiu o quilombo ao fechar acordo com os portugueses

O que se pensa hoje: • Havia em Palmares uma hierarquia, com servos e reis tão poderosos quanto os da África• Zumbi e outros chefes tinham seus próprios escravos • As cartas em que um padre daria detalhes da infância de Zumbi provavelmente foram forjadas • Ao romper o acordo com Portugal, Zumbi pode ter precipitado a destruição do quilombo

Fonte: revista veja da semana de 19 de novembro de 2008, paginas 108 a 109, autor Leandro Narloch

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Matilde Ribeiro e algumas conclusões

A ministra Matilde Ribeiro, da secretária de Igualdade Racial, afirmou que acha natural negros não gostarem de brancos. Completou dizendo que não considera racismo um negro não querer conviver com um branco. Ela acredita que tal atitude é justificável pelo fato de negros terem sido "açoitados por brancos" na época da escravidão. Assim que tomaram conhecimento das frases racistas da ministra, intelectuais se apressaram em minimizar o caso. Um deles avaliou as declarações da ministra como "historicamente corretas", mas "humanamente superadas". Segundo a legislação brasileira, afirmações como as que a ministra fez constituem um crime que no Brasil é inafiançavel: o racismo. Qualquer pessoa em seu lugar seria despedida e, depois, presa por este crime, mas a ministra sairá impune, por causa de um pequeno detalhe: ela é negra.Brancos aprendem que a culpa da escravidão é somente de seus antepassados brancos, mas os livros não mostram, e os professores também não ensinam, que europeus compravam escravos de traficantes negros, que vendiam negros de tribos rivais, perdedoras de guerra, e quando não vendiam, escravizavam os negros de tribos rivais. A omissão de fatos históricos leva estudantes a presumir que os europeus adentraram o desconhecido continente africano para caçar escravos, correndo o risco de serem mortos por tribos selvagens, de enfrentarem animais de grande porte, entre outros perigos. Agora, parece bastante óbvio que, de fato, o serviço era "terceirizado"; mas tente obter a mesma conclusão de uma criança no Ensino Básico. Este é o Brasil de hoje. Quando o senador Jorge Bornhausen utilizou a figura de linguagem "raça de petista" para criticar corruptos, foi insultado, protestaram e exigiram a prisão do senador. Por quê não? Por racismo, pois o senador de Santa Catarina é branco.

fonte: texto adaptado, vc pode ver o texto original em www.opequenoburgues.org

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Porque o Nacional Socialismo Não é Racista - Por David Myatt

Corretamente definido e entendido, o nacional-socialismo é uma filosofia étnica que afirma que as diferentes raças e os diferentes povos que existem são expressões da nossa condição humana e que estas diferenças, esta diversidade humana, deveriam ser valorizadas da mesma maneira que nós valorizamos a diversidade da Natureza.

(...)

Em adição, a ética nacional-socialista – sendo baseada sobre o ideal de honra pessoal – significa e implica que nós, nacional-socialistas, devemos nos esforçar para tratar todas pessoas com cortesia e respeito, indiferente de sua raça e cultura. Isto só refuta a mentira de o nacional-socialismo ser “racista”, apenas como a verdade histórica da Alemanha Nacional-socialista (como contrária às mentiras sobre a Alemanha NS) entendendo como honráveis e respeitosos foram genuínos nacional-socialistas com outras raças e culturas.

(...)

Assim, na Alemanha NS, grupos como os Mulçumanos e os Budistas foram reconciliados com todo o respeito e permitidos a praticar sua religião livremente. Nos anos de pré-guerra, a Alemanha NS ajudou a organizar um congresso mundial pan-islâmico em Berlim. A própria Berlim foi lar para florescentes comunidades mulçumanas e budistas, de muitas raças, e a Mesquita de Berlim sustentou orações até durante os anos de guerra, guardada por árabes, indianos, turcos, afegãos e pessoas de muitas outras raças. De fato, a Mesquista de Berlim foi uma das poucas construídas a sobreviver ao letal, indiscriminado, bombardeio e, embora danificada, estava claramente reconhecível como uma Mesquita entre o cascalho em volta.A Alemanha NS foi lar para exilados de muitas raças, incluindo respeitados indivíduos tal como Subhas Chandra Bose, líder do Exército Nacional Indiano, e Mohammed Amin Al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém. Ambos receberam suporte financeiro do governo alemão e ambos entusiasticamente colaboraram com Hitler.Havia também, claro, a aliança com o Japão e enquanto os Aliados – e particularmente os americanos – estavam engajando e propagando derrogativa propaganda anti-japonesa (muitos membros das forças armadas americanas pensavam que os “japas” não eram humanos), os alemães estavam exaltando suas virtudes e consideraram eles como “companheiros de armas”. Enquanto os alemães condecoravam o Almirante Isoroku Yamamoto com uma de suas mais altas condecorações por conduta nobre, uma Cruz dos Cavaleiros com Folhas de Carvalho e Espadas, membros das forças armadas americanos cruelmente exterminaram soldados japoneses que renderam-se. Haviam também, claro, as ligações entre a Alemanha NS, as SS e várias organizações mulçumanas e árabes. Por exemplo, a organização camisa-verde egípcia honrou tanto Mussolini quanto Adolf Hitler, enquanto Hassan Al-Banna, o fundador da Irmandade Mulçumana (a qual vive nestes dias em organizações como o Hamas), fez muitas observações complementares sobre Hitler. Havia também um golpe pró-nacional-socialista experimentado no Iraque, liderado por Rashid Ali.

Assim, enquanto os britânicos no Egito e Palestina estavam tratando os árabes como sujeitos conquistados, os alemães estavam tratando-os como iguais, como camaradas e respeitando sua cultura, e até hoje em lugares como o Egito, árabes apaixonadamente relembram seus encontros com os “nazistas”. Em fato, o Egito estava a tornar-se algo como um abrigo para nacional-socialistas depois da guerra, com centenas de antigos SS e oficiais alemães ajudando o governo anti-britânico do pós-guerra de Gamal Abdal Nasser, o qual estava associado com a Irmandade Mulçumana e era parente do editor egípcio que publicou a versão árabe do Mein Kampf.Estes SS e oficiais alemães incluíam o Major General Otto Ernst Remer, Joachin Däumling, antigo chefe da Gestapo em Düsseldorf, e o oficial SS Bernhard Bender, que alegadamente também converteu-se ao Islã.Muito reveladas a todos, talvez, são as amigáveis relações entre a Alemanha NS, as SS e várias organizações judaica. O oficial SS Adolf Eichmann era conhecido por ter viajado à Palestina nos anos antes da guerra onde ele encontrou colonos judeus, líderes judeus e agentes alemães. Suas relações com esses judeus foram sempre muito cordiais e amigáveis.De particular interesse é a tentativa, em 1941 (52 EH) pelo grupo judeu Irgun Zevai Leumi (conhecido pelos britânicos na Palestina como a gangue Stern) em colaborar com Hitler e a Alemanha:“Na condição de que o governo alemão reconheça as aspirações nacionais do ‘Movimento pela Liberdade de Israel' (Lehi), a Organização Militar Nacional propõe participar na guerra ao lado da Alemanha...” (Documento número E234151-8 no Yad Vachem em Jerusalém]O governo NS alemão, todavia recusou-se a reconhecer tais “aspirações nacionais” judaicas desde que isto discordava com a política de seu aliado Mohammed Amin al-Husseini que era oposto ao estabelecimento de um Estado Judeu na Palestina. Assim, a tentativa de colaboração judia falhou.

Conclusão:

Para citar o General da Waffen-SS Leon Degrelle:
“O racialismo alemão destinava-se ao redescobrimento de valores criativos de sua própria raça, redescobrindo sua cultura. Era uma procura pela excelência, um nobre ideal. O racialismo nacional-socialista não era contra as outras raças, era por sua própria raça. Isto apontava na defesa e melhoramento desta raça, e desejava que todas as outras raças fizessem o mesmo por elas próprias.

Foi demonstrado quando as Waffen-SS ampliaram suas fileiras ao incluir 60.000 islâmicos SS. As Waffen-SS respeitaram seu modo de vida, seus costumes e suas crenças religiosas. Cada batalhão islâmico SS tinha um Imã, cada companhia tinham um Mulah . Este era nosso comum desejo que suas qualidades encontrassem sua expressão máxima. Este era o nosso racialismo. Eu estive presente quando cada um dos meus camaradas islâmicos recebera um presente pessoal de Hitler durante o ano novo. Era um pendente com um pequeno Alcorão. Hitler estava condecorando-os com este pequeno presente simbólico. Ele estava condecorando-os com o que era o mais importante aspecto de suas vidas e de sua história. O racialismo nacional-socialista era leal à raça germânica e respeitava totalmente todas as outras raças.” Leon Degrelle – Épico: The Story of the Waffen SS (sermão dado em 1982). Republicado no The Jornal of Historical Review , vol. 3, no. 4, pp. 441-468

Eu mesmo tenho procurado entender o sentido das nossas vidas, como seres humanos, e assim estudei, de primeira-mão num modo prático, muitas das maiores religiões do mundo – Budismo, Taoísmo, Hinduísmo, Cristianismo, Islã – como também filosofia de Aristóteles a Heidegger, literatura de Homero a Mishima e ciência de seus mais precoces começos.

Eu gastei longas horas, dia após dia, muitas vezes semana após semana e as vezes mês após mês, conversando com sábios mulçumanos, budistas e mestres taoístas, sacerdotes cristãos e teólogos, ascetas hindus e uma multidão de pessoas usuais de diferentes fés, culturas e raças. Minha real vida, minhas reais experiências entre diferentes culturas, diferentes fés, do mundo, revelou a verdade do nacional-socialismo: seu desejo de harmonia, honra e ordem. Minha própria vida, minhas experiências, meus escritos nacional-socialistas, expõem as mentiras da propaganda dos opositores do nacional-socialismo: aqueles engenheiros sociais que tem procurado, e os quais fazem esforço, através da usura de um vasto mundo consumidor-capitalista, em explorar este planeta e seus povos e assim destruir a diversidade e a diferença e tudo o que é nobre e evolucionário.

Um verdadeiro, genuíno nacional-socialista não anda por aí “odiando” pessoas de outras raças apenas como nacional-socialistas não são desrespeitosos aos costumes, religião, modo de vida de pessoas de outras raças.

Como eu havia escrito muitas vezes, nós, nacional-socialistas respeitamos outras culturas e povos de outras raças, porque nós sustentamos a honra. Honra significa ser civilizado; isto significa ter maneiras: ser cortês; contido em público e assim por diante. Honra significa tratar pessoas com cortesia e respeito, indiferente de sua raça e cultura.

Nós, nacional-socialistas, expressamos a visão de que uma pessoa deveria estar orgulhosa de sua própria cultura e herança, respeitosa do modo de vida de seus ancestrais e que aceite que outros povos tenham um direito de serem orgulhoso de sua própria cultura e herança também. O ideal é trabalhar em direção ao mútuo entendimento e respeito.

Nosso dever, como arianos, é sustentar e nos esforçar para viver pelos nossos próprios valores arianos de honra pessoal e lealdade ao povo-etnia.

Fonte: http://www.stormfront.org/forum/showthread.php/porque-o-nacional-socialismo-n-190594.html

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Discriminação Ideológica nos EUA

Uma colunista negra norte-americana, Elizabeth Wright, faz notar que a criminalização da opinião começa a surgir nos EUA, país que até agora tem sido bastião da liberdade a nível mundial.

Trata-se, como diz a autora, da descarada e ultrajante discriminação do pensamento racial branco.Wright informa que as expressões "Poder Negro", "Supremacia Negra", "La Raza" (dos hispano-americanos) são marcas registadas que alcançaram há muito a aprovação oficial do departamento de Patentes e Marcas Registadas dos EUA; o mesmo sucede com outros slogans raciais das "minorias", tais como "Burn, Baby, Burn" ("Queima, Bebé, Queima") dos Panteras Negras (lema que apela à violência urbana), "Orgulho Africano", "Orgulho Negro", "Orgulho Chippewa" (os Chippewas são uma tribo índia norte-americana), "Orgulho Cubano", "Orgulho Índio", "Orgulho Judaico", "Orgulho Vermelho" (comunista), etc. - mas quando um cidadão, antigo agente policial, Justin Moritz, tentou registar o lema "Orgulho Branco em Todo o País", ou "White Pride Country Wide", o judiciário negou-lhe essa possibilidade e até qualificou a iniciativa como "ofensiva" e "imoral".

Moritz apelou, apresentando às autoridades competentes uma lista dos termos raciais que já tinham sido registrados oficialmente, mas a rejeição foi mantida; e o dinheiro gasto por Moritz no processo (mil e trezentos dólares – 3.900 reais aproximadamente) não foi sequer devolvido.Tentou em seguida obter o apoio de organizações supostamente defensoras dos direitos e das liberdades individuais, mas, até à data, todas o recusaram ou ignoraram.

De fato, como diz Elizabeth Wright, seria difícil que algum grupo apoiasse a pretensão de Justin Moritz, visto que, como diz a autora, os próprios brancos estão, após décadas e décadas de lavagem cerebral "anti-racista", imposta na me(r)dia e na escola, completamente programados para evitar seja o que for que tenha um caráter de proteção da sua própria raça. Atualmente, mostrar especial simpatia pelo que é branco, é tido como uma desvalorização implícita dos não brancos. Uma camiseta com os dizeres "Orgulho Branco" é vista como uma ameaça, ao passo que qualquer vestimenta que ostente o lema "Supremacia Negra" se considera compreensível.E, sobre as cabeças dos brancos acusados de racismo, pende a legislação ambígua referente aos "crimes de ódio"... e assim se vai mantendo o tabu do "racismo branco", criando um clima de intimidação contra todo e qualquer caucasóide que se atreva a deixar-se ser conotado com afirmações de orgulho racial da sua própria estirpe.Isto tudo que acabo de traduzir aqui foi dito por uma (importante aqui frisar. E muito!) afrodescendente. Triste e revoltante época, em que até começa ter gente de outras raças a reconhecer o quão injustiçado e amordaçado começa a estar o branco de origem europeia...

Fonte: http://www.globalpolitician.com/23243-race, traduzido por R. Schneider

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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Achei no antigo blog lobo ns uma descrição do blog muito legal e bem escrita. Vou reproduzi-la aqui:

"Este blog é independente, não esta filiado a nenhuma organização, e vem se valer do direito de opinião, que nem sempre é respeitado ... Respeitamos a todos, e todos os pensamentos diferentes e contrários, sem de forma alguma ofender alguém, ou outro grupo de pessoas, só porque pensam diferente de nós, ou porque são de uma raça ou religião diferente. Queremos apenas expressar o orgulho de nossas raízes e de nossa cultura. Não compactuamos com o preconceito e o racismo e entendemos que temos a liberdade de preservação racial ou de miscigenação, fica a critério de cada pessoa. A liberdade de opinião deveria ser para todos, pois, se não houver ofensa ao próximo, ao diferente, acredito que todos possam se expressar, mesmo que muitos discordem do pensamento em questão. Isto é liberdade de expressão. Isto é a verdadeira democracia! Digo verdadeira porque hoje, estamos cansados de ver a atual ditadura mundial, se disfarçar de democracia. Exemplo: leis que proibem o uso da swastica ... proibem que pessoas contestem e estudem o holocausto ... há cada vez mais presos políticos por delitos de opinião em todo o mundo... entre outros."A liberdade de expressão e o direito de igualdade são assegurados à todos os brasileiros na Constituição Federal, portanto estamos apenas tentando exercer nosso direito constitucional de liberdade de expressão ... se é que um branco com consciência racial o pode fazer hoje em dia ... não é fácil saber que a qualquer momento posso ser preso apenas por criar um blog exprimindo uma opinião ... mas devemos ter coragem, controlar o medo e lutar pela justiça!"Só queremos o direito de nos orgulhar de nossa raça!"

(texto tirado da definição do blog lobo ns)

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Miss França 2008

Incrível! A nova Miss França, a Miss Borgonha Vicky Michaud (na imagem), proferiu em pleno concurso de eleição e perante milhões de telespectadores as muito corajosas palavras: «a minha maior força é a minha homogeneidade étnica!». Escândalo nacional, o Júri, muito inquisitorialmente, decretou de imediato a suspensão do concurso sine die e a revogação com efeitos imediatos da eleição que havia concedido a Vicky Michaud a coroa de rainha da beleza gaulesa por um ano.Pois bem caros amigos, como tenho por princípio tentar imaginar dialecticamente o outro lado de uma notícia, quero confessar que infelizmente a bonita Miss Borgonha não foi a vencedora do concurso Miss França 2008. Antes pelo contrário a vencedora desse politicamente orientado programa televisivo foi, nada mais, nada menos, a Miss Reunião, de nome Valérie Bègue, a qual utilizou o infalível argumento/passaporte para conquistar um lugar no mundo do jet-set, uma sorte de míssil teleguiado dos debates modernos. “a minha maior força, é a minha mestiçagem”.Ora, em jeito de tradução, o que Valérie Bègue quis transmitir foi; sou resultado da mistura, por conseguinte, votem em mim. Não deixa de ser paradigmática da mestiçofilia demencial generalizada em que mergulhou a nossa sociedade europeia, para a qual a celebração do etnocídio, a destruição da pluralidade racial da humanidade, é erigida como um valor positivo, ou por outra parte, como se a homogeneidade fosse algo tenebrosamente nefasto, reduzindo todos aqueles que não são mestiços a um estado de inferioridade congénita, ou mesmo transformando o Brasil
e toda a América do central e do sul em sociedades que vivem na harmonia perfeita, e uma Islândia, para citar apenas um exemplo, num triste caso de reaccionarismo porque se recusa obstinadamente a aceitar a engenharia social.Em suma, uma vez mais se prova que o processo de miscigenação em curso está a acentuar-se, a impor-se por via da colonização das mentes dos europeus, incapazes de reagir à sua própria extinção, porque sabem que o orgulho nas suas origens é proibido para os Europeus e apenas para estes, pois há uma designação para tal manifestação de orgulho europeu, uma designação terrível, sinónimo de mal absoluto: racismo.
(texto tirado do blog brancos-sul)

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

O que é racialismo

De acordo com o dicionário wikipédia, racialismo “designa a "teoria científica das raças humanas". Trata-se da questão de criar um termo bem diferenciado da palavra racismo.
Segundo o Wikipédia as abordagens quanto ao termo são bastante divergentes:
alguns consideram o racialismo como um quase-sinônimo de outro vocábulo utilizado no início do século XX: a raciologia, o qual designa a ciência comparativa (antropologia) dedicada ao estudo dos tipos humanos em suas diferentes características hereditárias;
outros consideram que se trata de uma doutrina científica sendo utilizada para justificar uma recusa do outro, até certo ponto, um racismo "moderado", desprovido de qualquer idéia de hierarquização das raças ou da ado(p)ção de medidas coercitivas a respeito de outras raças;
na literatura anglo-saxônica, a palavra "racialismo" pode ainda ser entendida no sentido de racismo, onde então é empregada de modo intercambiável com "racismo".
O objetivo declarado dos promotores do racialismo é retirar o estudo das raças daquilo que é, de acordo com eles, um pesado passivo emocional causado por vários séculos de aplicação de doutrinas racistas.”
O blog Estudos sobre identidade cre no racialismo como é descrito pelo dicionário on-line metapédia, que diz que o racialismo: “O racialismo é uma filosofia social, biológica e cultural, uma atitude ou/e um sistema social que propõe a existência, o respeito e a preservação de TODAS as raças, infelizmente tende a ser confundido com o racismo (ódio para com as outras raças) muito por influência da comunicação social que utiliza erroneamente o termo como sinónimo de racismo.
Esta filosofia acredita que todas as raças possuem diferenças relevantes entre si que podem ser verificadas nas diferenças culturais, económicas e políticas: e que essas diferenças devem ser mantidas uma vez que um multiculturalismo exagerado originará que todas as raças percam a sua identidade, nos tempos mais recentes o racialismo encontra-se também ligado aos movimentos anti-globalização considerando que a globalização tenta uniformizar a cultura de todos os povos e raças, despojando-os daquilo que os torna únicos (gastronomia, modo de vida, política, etc.).
O racialismo não defende a ideia da superioridade racial de uma raça sobre as outras mas pode originar propostas de separatismo racial promovendo o convívio entre as raças sem necessariamente as assimilar e/ou miscigenar. Baseia-se na preferência do ser humano em preferir conviver com aqueles que lhe são iguais ou familiares como algo natural. Em comum com o racismo só tem o reconhecimento de que existem diversas raças que constituem toda a espécie humana, nenhuma à superior à outra, são só diferentes.
Embora as diferenças entre as diversas raças que constituem a espécie humana seja de uns meros 0,1% (descoberta levada a cabo pelo projecto de estudo do genoma humano) o que leva muitos cientistas do sistema a afirmar que essa diferença é irrelevante (ou mesmo inexistente), o racialismo destaca que a diferença entre o ADN de um ser humano moderno difere apenas 2% do de um chimpanzé, portanto a diferença de 0,1% não será assim tão insignificante como nos querem fazer crer.
Acreditamos que as várias raças possuem valores morais próprios que diferem de raça para raça (austeridade asiática, relaxamento africano, impulsividade europeia) e por vezes até de etnia para etnia (portugueses, russos e suecos reagem de modo diferente a situações iguais, para dar um exemplo).”
Fonte – wikipédia e metapédia

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sábado, 22 de dezembro de 2007

Identidade



Qual é, hoje, a principal ameaça? A da progressiva desaparição da diversidade do mundo. O nivelamento das pessoas, a redução de todas as culturas a uma «civilização mundial» construída sobre tudo o que há de mais comum. Já hoje, de uma ponta à outra do planeta, se vê erguerem-se o mesmo tipo de construções, instaurarem-se os mesmos hábitos mentais. De Holiday Inn em Howard Johnson, começam-se a desenhar os contornos de um mundo uniformemente cinzento. Viajei muito – por muitos continentes. A alegria que experimentamos no decurso de uma viagem, é a de ver modos de vida ainda enraizados, ver viver com o ritmo que lhes é próprio povos diferentes, de uma outra cor de pele, de uma outra cultura, de uma outra mentalidade – e que se orgulham da sua diferença. Creio que é esta diversidade que faz a riqueza do mundo, e que o igualitarismo está em vias de a matar. É por isso que importa não apenas «respeitar os outros» – apenas com a boca –, mas de, em todo o lado, suscitar o mais legítimo dos anseios que possa haver: o de afirmar uma personalidade diferente de qualquer outra, de defender uma herança, de se governar a si próprio segundo aquilo que realmente se é. E isso implica lutar, frontalmente, contra um pseudo-antirracismo negador das diferenças, e contra um racismo ameaçador que é, ele também, a recusa do Outro – a recusa da diversidade.
Fonte:
Alain de Benoist, Nova Direita Nova Cultura – Antologia crítica das ideias contemporâneas, Lisboa, Fernando Ribeiro de Mello/Edições Afrodite, 1981, pp. xxxvi-xxxvii.

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sexta-feira, 19 de maio de 2000

Medicina moderna começa a levar em conta diferenças raciais

No primeiro semestre de 2006, alguns poucos canais de comunicação via Internet, comunicaram a seguinte notícia: “O movimento da eugenia, do final do século 19, culminou com o racismo e o holocausto de Hitler. Isso fez com que durante décadas a pesquisa científica ignorasse diferenças genéticas entre as raças, pois isso era visto como uma forma de racismo. Recentemente isso está mudando e a raça das pessoas pesquisadas está sendo levada em conta.
Três internatuas derem opiniões:
Litha: “Se existem diferenças morfologicas entre as raças..por que não? Adequar é preciso !”
Marcos Neves: “A legitimação do racismo é decorrente da prova cientifica da existência das raças e das suas diferenças. A volta de estudos científicos com esse prisma é a legitimação dos estudos nazistas sobre a diferença racial e a supremacia da raça ariana. Creio que estamos caminhando para o coroamento do nacional-socialismo de forma indireta.”
Eduardo: “Marcos Neves que degradante a sua opinião!!! Você nega a verdade em prol de opiniões pessoais e a sua ideologia. Isso simplesmente não existe!!! a ciência em primeiro lugar!!!”

Fonte: texto adaptado do link: http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=3279

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